Eu ainda me pergunto se um dia irei conhecer alguém de nome estranho, um alguém que talvez a mãe não resolva ter tido tanta criatividade. Uma Josephina, Waldirene (sim, com V tá ficando comum. Tá?) ou mesmo uma Aricléia. Pô, tanta hora pra coroa ter criatividade, vem logo ter criatividade numa coisa que a gente vai carregar pro resto da vida? Faça me o favor né?
Venho reparando que, nessa minha longa (hã?!) vida, que a equação sorte + solteiro cada vez mais se faz inexistente.
Conheço uma pessoa, que ultimamente anda dando uma de Jesus. Os últimos caras que ela conheceu só tinham nomes bíblicos (Davi, João) e moram na mesma direção de Jerusalém (Leste). Daqui a pouco a mãe dela não vai chamar jantar, vai chamar para a Santa Ceia. Ainda bem que quem escreveu a Bíblia, colocou uns nomes menos fora de contexto para as mulheres. Enfim, queria que só ficasse com ela essa coisa de nomes e localizações estranhas, mas não, isso anda se espalhando.
E é contagioso, veja só. Eu por exemplo. Estou num barzinho, me dá uma vontade de eliminar a cerveja, e lá vou eu pro lugar onde mulheres adoram conversar sobre os homens, mas no masculino claro. Eis que no meio do caminho, me param 2 cidadãs, que deviam ser parentes próximos de Jesus, e me falam.: -Vai ter de pagar pedágio. Ah! Pois não. Qual seu nome? Waldirene! (WHAT THE FUCK), a outra eu fiquei com medo de perguntar. Cuméquié mermão? Saída estratégica pela esquerda... Saí vazado e todo resto da fama nossa.
É por essas e outra que eu digo, sorte é uma coisa que os "cagados" inventaram pra ter o porque continuar tentando.
Até a próxima,
Fui.
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